Sobre a Vírgula

 
Muito legal a campanha dos 100 anos da ABI

 (Associação Brasileira de Imprensa).
 

 Vírgula pode ser uma pausa... ou não.
 Não, espere.
 Não espere..
 
 Ela pode sumir com seu dinheiro.
 23,4.
 2,34.
 
 Pode criar heróis..
 Isso só, ele resolve.
 Isso só ele resolve.

 Ela pode ser a solução.
 Vamos perder, nada foi resolvido.
 Vamos perder nada, foi resolvido.
 
 A vírgula muda uma opinião.
 Não queremos saber.
 Não, queremos saber.
 
 A vírgula pode condenar ou salvar. 
 Não tenha clemência!
 Não, tenha clemência!
 
 Uma vírgula muda tudo.
 ABI: 100 anos lutando para que ninguém mude uma vírgula da sua informação.
 


 Detalhes Adicionais:
 
 SE O HOMEM SOUBESSE O VALOR QUE TEM A MULHER ANDARIA DE QUATRO À SUA PROCURA.
 
 
* Se você for mulher, certamente colocou a vírgula depois de MULHER...

 * Se você for homem, colocou a vírgula depois de TEM...

 

Trecho do novo livro de Mário Oliveira:
Escritor de Cascavel - Paraná
(Capa: Rolvi Martine, ilustrador, artista plástico e chargista)
 
Os meus pais
Nas vivas lembranças de minha longínqua infância, eu sei que eles
me protegiam, e eu, por intuição, sabia que sempre podia contar com
eles. Eu nada fazia para receber tanto amor, mesmo assim, era
rodeado de carinhos e cuidados. Preocupavam-se mais comigo que
com o próprio mundo lá fora. A minha alegria os alegrava e minha
tristeza os entristecia e causava-lhes as maiores aflições.
 
Eu sabia que lá fora havia bichos ferozes, mas também sabia que
estava a salvo de todos os males, porque os meus protetores estavam
vigilantes e sempre perto de mim. Os seus braços me acalentavam e o
canto de ninar me fazia adormecer.

Anos mais tarde é que tomei consciência que aqueles protetores eram
a minha mãe e meu pai, e que nós formávamos uma humilde e amorosa
família. O meu pai, com a força de seus braços e suor do seu rosto, supria
as necessidades da nossa casa, e minha mãe fazia a "alquimia", não
transformava nada em ouro, mas tudo o que ela tocava se transformava
em amor e beleza.

Transcorreram os tempos, passaram tantas primaveras, recebi tantos
parabéns de aniversários, e eu como um pássaro que ensaiava os
primeiros vôos, de olhos fixos no horizonte, pensava em abandonar o ninho.
Certo dia, de malas prontas eu abraçava meus pais e choramos a dor da
despedida. Não era uma  dor física, era uma dor maior, a dor da alma. Fui
me distanciando no espaço e no tempo, levando comigo uma dolorosa
saudade que me ensinou a amar e a compreender o imenso amor daquelas
santas criaturas que lá longe rezavam por mim.

Os ventos que me levaram a vagar pelo mundo (depois de longa jornada),
um dia, de volta me trouxeram. Eu não tive palavras, as lágrimas falavam
por mim. Mesmo com o correr dos anos eu não cresci tanto que não
precisasse dos conselhos do meu pai e dos carinhos de minha mãe. Nem
o mais belo palácio do mundo podia substituir aquela humilde casinha,
porque ela foi o berço de minha infância. Como se ela fosse o meu coração,
abrigava os meus genitores que eram (e são) o maior amor de minha vida.
Como poderia eu viver sem eles?

Um dia minha mãe viajou para os jardins eternos, e em pouco tempo meu pai
seguiu o mesmo caminho. A gente não sabe de onde vem a imensa dor da
separação e nem de onde vem tanta força para poder suportá-la. Mas é essa
a lei natural regida por um poder superior, a qual não podemos fugir.

Eu sei que eles agora estão leves, podem se deslocar na velocidade do
pensamento. Não sofrem as dores do corpo, não sentem fome e nem sede,
não têm medo nem aflição, somente saudades dos entes queridos. Não sei
se eles aguardam a ressurreição da carne ou outra encarnação, ou se
tornaram parte da alma universal cósmica. De uma coisa eu tenho certeza,
minha mãe e meu pai estão sempre presentes. Estão nas estrelas do céu,
na luz do luar, nos raios do sol, na música suave do vento que sopra, no ar
que respiro, no silêncio das minhas orações. São os senhores de meus
sonhos e pensamentos; se alegram com a minha felicidade e choram minhas
desventuras.

Enquanto nossos pais estão vivos não sabemos dar valor, mas depois de
mortos daríamos a própria vida para vê-los por mais alguns instantes. O
remorso escurece nossa mente e as culpas pesam sobre nós por não
havermos feito aquilo que estava ao nosso alcance. Devíamos ter dado a
eles alegria e satisfação, mas os agredimos com amargos desgostos. Ao
invés de segurança demos a nossos pais, preocupação. Colaboramos tão
pouco e exigimos tanto; somos cobradores implacáveis e nós é que somos
devedores. Devemos a eles a nossa vida e tudo aquilo que somos...
 
Mário Ferreira de Oliveira

PORQUE ME ORGULHO DE SER FUNDADOR

DA CÂMARA JÚNIOR DE RIO DO SUL SC

(Donato Ramos - Senador JCI)

Riossulense é eleito Presidente 2011 da JCI Brasil

Out14

Riossulense é eleito Presidente 2011 da JCI Brasil

Durante a 55ª Convenção Nacional da JCI, que ocorreu entre os dias 09 e 12 de outubro na cidade de Curitiba/PR, aconteceu também a eleição para Presidente da organização em 2011. O riossulense, membro da JCI Rio do Sul há mais de 10 anos, Jean Pier Xavier de Liz foi eleito e assumirá a JCI Brasil em 2011. Com 47 anos de história, a JCI Rio do Sul teve apenas um Presidente Nacional, o empresário Nilberto Ari Lehmkuhl no ano de 1996.
Esta não foi a única conquista dos riossulenses. O senador da JCI Rio do Sul, Wilson Charles Wetzstein foi eleito Presidente do Clube do Senado da JCI Brasil para 2010 e o atual Presidente da JCI Rio do Sul Jeferson Alexandre Vieira, eleito Vice-Presidente Nacional da JCI Brasil 2010. O Conselho de Administração da JCI Brasil 2010 terá, também, dois riossulenses, Fernando Müller e Wilson Charles Wetzstein.
A JCI Rio do Sul recebeu ainda prêmio como melhor projeto comunitário com o Saúde da Criança, melhor projeto de negócios com a Fecajunior, novato júnior destaque – Aline Kummrow -, projeto First Time (Minha Primeira Convenção) - Thaise Rossi da Rosa e, ainda, foi campeã do Concurso de Oratória Nacional com o companheiro Ivan Marcos Krueger, que representará o Brasil na Conferência das Américas, em Rosário na Argentina, em abril de 2010.
A JCI Rio do Sul levou 38 pessoas, entre membros, senadores e familiares, sendo uma das maiores delegações da Convenção Nacional 2009

01/10/2009 - 08h35

Estatuto do Idoso completa seis anos e parte da população ainda desconhece direitos

Alex Rodrigues
Da Agência Brasil
Em Brasília
O Estatuto do Idoso completa hoje (1º) - Dia Internacional do Idoso - seis anos de promulgação. Apesar do tempo em vigor, parte da população ainda desconhece todos os direitos garantidos no documento, criado com o objetivo de assegurar saúde, lazer e bem-estar aos cidadãos com mais de 60 anos, idade estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMC) para definir um idoso.

Poucos parecem saber, por exemplo, que a lei proíbe os administradores de planos de saúde de discriminarem o idoso, cobrando dele valores mais altos devido à sua idade. Ou que o Poder Público é obrigado a criar oportunidades de acesso do idoso a cursos especiais que lhe permitam se integrar à vida moderna.

Ao responder à Agência Brasil sobre as conquistas e as dificuldades enfrentadas por quem chegou à terceira idade, pessoas de diferentes idades se limitaram a citar o direito ao atendimento preferencial e a gratuidade do transporte público como importantes avanços.

"Uma das conquistas é o passe livre", disse a agente aeroportuária Flávia Cristina Facundo, 33. O motoboy Gabriel Borges, 26, além de citar as "várias vantagens de locomoção", lembrou que os idosos "passam à frente nas filas" para justificar sua impressão de que, "ao contrário do que muita gente diz, hoje há maior respeito com as pessoas mais velhas".

O aposentado Willian de Souza, 69, discorda. Embora reconheça que em certos aspectos houve melhoras, ele reclama que ainda há muito o que fazer pela saúde e pela qualidade do transporte, dois setores contemplados no estatuto. "É preciso que haja uma condição de transporte condizente com a terceira idade", afirmou Souza, fazendo coro com os entrevistados que reclamaram da falta de atenção de motoristas, da altura dos degraus dos ônibus e da falta de pontos de ônibus.

"Eles [os motoristas] fingem que não veem e passam direto. Eles não têm amor à pessoa de idade. Pensam que nunca vão ficar velhos, mas um dia eles vão envelhecer", queixa-se Iracema Farias, 72.

Na última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que a população brasileira está ficando mais velha. De acordo com o IBGE, enquanto em 2007 os brasileiros acima de 60 anos eram 10,5% da população, em 2008 esse percentual subiu para 11,1%.

ONGS ESTRANGEIRAS NA AMAZÔNIA E NO NORDESTE

Você consegue entender isso?
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Vítimas da seca
Quantos? 10 milhões
Sujeitos à fome? Sim
Passam sede? Sim
Subnutrição? Sim
ONGs estrangeiras ajudando: Nenhuma

.Índios da Amazônia

Quantos? 230 mil

Sujeitos à fome? Não

Passam sede? Não

Subnutrição? Não

ONGs estrangeiras ajudando: 350

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Provável explicação: A Amazônia tem ouro, nióbio, petróleo, as maiores jazidas de manganês e ferro do mundo, diamante, esmeraldas, rubis, cobre, zinco, prata, a maior biodiversidade do planeta (o que pode gerar grandes lucros aos laboratórios estrangeiros) e outras inúmeras riquezas que somam 14 trilhões de dólares.

.

O nordeste não tem tanta riqueza, por isso lá não há ONGs estrangeiras ajudando os famintos.

.
Tente entender: Há mais ONGs estrangeiras indigenistas e ambientalistas na Amazônia brasileira do que em todo o continente africano, que sofre com a fome, a sede, as guerras civis, as epidemias de AIDS e Ebola, os massacres e as minas terrestres.

Agora, uma pergunta: Você não acha isso, no mínimo, muito suspeito? É uma reflexão interessante.(Enviado por Renato Mazaneck, Curitiba)




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